O objetivo desse texto é trazer esclarecimento diante da obscuridade que é propagada no meio religioso em decorrência do mal uso, ou da má interpretação, ou da falta de entendimento sobre os dons que o Espírito de Deus concede aos seres humanos para a realização dos seus propósitos na terra. Isso será importante também para o entendimento dos próximos artigos que eu vou produzir.
Portanto eu quero te explicar o que são as “línguas estranhas”, ou “algaravias” ou “dom de línguas” com base nas escrituras e na minha vivência pessoal.
Nesse texto eu irei te responder todas essas questões:
- O que significam e pra que servem as línguas?
- É armação ou é real?
- Os dons cessaram na época da igreja primitiva?
- Todos podem receber?
- É o dom do Espírito mais importante?
- É um sinal do batismo com o Espírito Santo?
- São línguas humanas, terrenas ou de anjos?
“E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome [..] falarão novas línguas.” (Marcos 16:17)
Eu já escrevi outros artigos contando alguns detalhes sobre o dia que eu entreguei a minha vida pra Deus. Eu estava em cima do púlpito com outros jovens em uma vigília de madrugada, no início do ano de 2008.
Ali eu tinha ido a convite pra assistir o culto. Então o amigo que tinha me convidado me chamou pra participar da vigília que aconteceria mais tarde com os jovens da igreja. O que me fez ficar foi a curiosidade. Além disso tinha também umas meninas bonitas que faziam parte do grupo.
Afinal por que pessoas da minha idade iriam se reunir pra ficar confinados em uma igreja em pleno sábado a noite? O que poderia existir de mais interessante nesse mundo do que as diversões, os encontros humanos e o entretenimento do fim de semana quando todo mundo sai?
Pra mim o fim de semana sempre era o momento mais esperado. Não fazia sentido desperdiça-lo. Então provavelmente eles tinham uma razão muito forte pra se reunirem.
O meu subconsciente se agitou por causa dessa incógnita. Eu creio que eu já estava sendo dirigido pelo Espírito de Deus.
Então mesmo depois que acabou o culto eu aceitei esperar pela vigília e fiquei ali com aquele grupo reduzido de jovens enquanto o restante das pessoas ia embora até que chegou o horário e a reunião se iniciou com as ministrações, orações e os louvores.
Em determinado momento tudo foi ficando mais denso, a atmosfera do ambiente mudou.
Eu já não entendia absolutamente nada do que estava acontecendo ali. Vários jovens eram tocados de uma forma profunda, o que pra mim ainda soava muito estranho. Em mim havia um monte de preconceitos e julgamentos. O meu sentimento era de aversão e repulsa.
Eu pensei: O que é que eu to fazendo aqui?
Alguns choravam, outros gritavam, alguns viam coisas de olhos fechados, alguns pareciam estar em transe e outros falavam palavras estranhas em idiomas que eu nunca tinha ouvido.
Eu estava odiando aquilo tudo mas enquanto “prestigiava” aquela cena “patética”, que parecia um bando de loucos no hospício, de repente o meu coração começou a amolecer ante o esplendor de uma presença majestosa invisível que eu pude sentir em meio aos louvores no momento que o ministério de louvor cantava apaixonadamente o hino “Agnus Dei”.
Eu me lembro até hoje o impacto daquela letra invadindo os meus ouvidos e rasgando o meu coração: “Santo, Santo é o Senhor Deus poderoso, digno de louvor”.
Então eu desejei profundamente adorar ao Deus dos céus e com os meus pensamentos fiz uma oração dizendo que eu também queria sentir aquilo que os outros jovens estavam sentindo.
Nesse instante o preletor que ministrava na vigília veio direto na minha direção e impôs as mãos sobre a minha cabeça enquanto orava por mim. Ele disse: Receba o Espírito Santo.
Então enquanto orava de olhos fechados eu via labaredas de fogo que me atingiam. A princípio eu até pensei que tinha pegado fogo no auditório ou então seria algo relacionado com refletores de luz que poderiam estar no teto. Porém ao abrir os olhos eu notei que as chamas não tinham relação com nenhum lustre, refletor de luz, lâmpada e nem nada que fizesse parte da estrutura do local.
Mas ao imergir novamente em oração eu me entregava à aquele espetáculo divino e podia contemplar aquelas labaredas de fogo descendo na minha direção, me incendiando.
“[..] Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Mateus 3:11)
Era tanto fogo que não acabava mais. Vinham as chamas e labaredas, uma depois da outra, de cima, a partir de diferentes direções, e quando cada uma delas descia ao me tocar produzia um clarão como se fossem pequenas explosões ou incêndios. Eu nem sabia direito o que aquilo significava mas o meu desejo naquele momento era ser consumido cada vez mais por aquele espetáculo de fogo.
Enquanto isso acontecia os meus lábios vibravam sem parar por causa de um poder que invadia o meu corpo e me inundava de paz, enquanto eu me sentia perdoado do peso de todas as minhas culpas e ia sendo plenificado interiormente por uma graça de amor sem fim. Então eu senti grilhões sentimentais sendo destruídos. Camadas e mais camadas de sentimentos negativos e crostas de amargura iam sendo arrancados de mim como se a minha alma ficasse mais leve e os meus olhos espirituais se abrissem, como se tudo em mim se enchesse de luz por um poder cristalino vivo e sublime.
Eu não sabia ainda muita coisa sobre as escrituras mas contei a visão das labaredas de fogo pro meu amigo crente e então ele abriu a bíblia no mesmo instante em Atos no capítulo 2, no dia de Pentecostes, quando os discípulos de Jesus viram línguas de fogo pousando sobre eles, então receberam poder dos céus, foram cheios do Espírito Santo e falaram em outras línguas, enquanto os que viam de fora zombavam dizendo que eles estavam bêbados.
“Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.” (Atos 2:1-4)
“E outros, zombando, diziam: Estão bêbados.” (Atos 2:13)
Aquele dia eu não tinha falado ainda uma única palavra em línguas estranhas, apesar de ter sentido os meus lábios vibrarem sem parar, como as asas de uma libélula, por causa de um poder sobrenatural que parecia vir de um outro plano dimensional e fluía por todo o meu corpo.
Quando se passaram alguns dias e eu pude ir recebendo um pouco mais de instrução e conhecimento então eu me dei conta melhor do que eram os dons do Espírito, e também do fato de que Deus continuava manifestando ainda nos dias de hoje as mesmas maravilhas que foram relatadas na bíblia há cerca de dois mil anos e de como Deus passou a derramar o seu Espírito de forma abundante nos seres humanos desde o dia de Pentecostes.
Conforme a profecia de Joel: “Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todas as pessoas. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões e os velhos terão sonhos”.
Eu passei a ter uma vida de oração e intimidade com Deus. Além disso eu também conheci algumas pessoas que tinham recebido o dom de línguas então eu me interessei também e desejei receber da mesma forma.
Por isso certo dia em um momento de oração sozinho no meu quarto eu pedi a Deus que me concedesse o dom de falar em línguas, sem muita pretenção de ser atendido.
Sinceramente eu não sabia se seria respondido mas eu mal terminei a oração e fui cheio. Um poder tomou conta do meu maxilar e dos meus músculos faciais e começou a pronunciar por conta própria abundantes palavras em línguas desconhecidas que saíam de mim enquanto eu estava ali ajoelhado em espírito de oração.
Desde então eu nunca mais parei de falar essas línguas e elas se manifestam em momentos específicos.
Quando aconteceu pela primeira vez eu passava praticamente dias inteiros orando em línguas estranhas, em rendição e consagração a Deus, vivendo nos mundos do Espírito. Eu mal queria falar em português e quando tentava acabava falando nas línguas estranhas por causa do fervor espiritual e da paixão daqueles dias de descoberta. Portanto muitas vezes quando tentava orar ou pensar em português eu tinha a alegria de ser atropelado por essa comunicação de forma inesperada, pois a ânsia do espírito sedento sobressaía diante da cognição racional que ordena as funções da nossa linguagem natural.
Tamanho era o meu vício em falar nas línguas estranhas e o meu desejo profundo de me manter derramado na presença de Deus que certo dia eu me desesperei quando percebi que eu já não estava sendo capaz de pronuncia-las. Eu pensei que tinha perdido a capacidade até entender que o dom não havia sumido, ele só não estava sendo manifestado porque não era o momento.
Não tem a ver com a intenção racional, tem a ver com a necessidade do espírito humano em derrame, em fervor e em contato com Deus e essa expressão das línguas acontece através de códigos que nós próprios não sabemos decifrar, mas que somente Deus entende, ou alguém com dom de interpretação.
Uma vez uma menina se converteu e passou a sair algumas vezes com um grupo de amigos que eu fazia parte na igreja que eu estava naquele momento. Ela, ainda meio confusa e sem saber se explicar direito, contou pra nós que de alguma forma conseguia entender o significado de palavras e frases pronunciadas por pessoas que ela ouvia falando em línguas estranhas, sem nunca ter conhecido o idioma.
Eu já fiquei sabendo também vários casos de pessoas de locais diferentes que ao receberem o dom do Espírito Santo começaram a falar fluentemente idiomas terrenos que eles nunca tinham aprendido como japonês, inglês, alemão e etc.
Portanto o dom de falar falar em línguas estranhas pode se manifestar em línguas terrenas que conhecemos, ou línguas desconhecidas ou línguas de anjos.
Mas pra que servem essas línguas?
“O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.” (1 Coríntios 14:4)
Basicamente servem para a edificação pessoal de quem fala, um recurso dado por Deus para que o inconsciente se abra e se derrame a fim de expressar o íntimo de modo não racional, o que trás consigo alívio e conforto para além da razão.
Não têm utilidade nenhuma para pessoas que ouvem de fora, a não ser que haja no local alguma pessoa que tenha o dom de interpretação para que possa interpretar. Caso contrário não faz sentido falar em línguas no meio de outras pessoas pois elas podem estranhar, ficar assustadas, perdidas, irritadas ou confusas.
“Assim, se toda a igreja se reunir e falar em línguas, e alguns não instruídos ou descrentes entrarem, não dirão que vocês estão loucos?” (1 Coríntios 14:23)
Eu mesmo já cometi esse erro várias vezes junto com outros amigos crentes que falavam em línguas, quando nos reuníamos para passar algum tempo juntos. Isso acontece também toda hora dentro de muitas igrejas.
Mesmo que você esteja entre pessoas as quais todas elas falam línguas estranhas eu não acho que seja um bom caminho promover reuniões com as pessoas falando em línguas. Creio que isso pode gerar muitas situações desagradáveis de forma desnecessária. As vezes vira bagunça. Pra mim oração em grupo precisa ser feita na nossa língua nativa.
Eu mesmo já me irritei várias vezes com pessoas orando em línguas estranhas na minha frente por causa da inconveniência ou por atrapalhar a minha concentração. Eu acho uma falta de respeito ou falta de consideração com os outros quando é feito por um crente já experimentado na caminhada.
Creio que a oração em línguas pode ser melhor aproveitada quando estamos a sós com Deus, quando podemos nos concentrar na nossa edificação pessoal, aliás este é o verdadeiro propósito do dom.
“Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios.” (1 Coríntios 14:2)
Quando estamos reunidos como coletivo então podemos comunicar as verdades do Espírito no nosso idioma nativo. Podemos também orar com entendimento racional então todos conseguirão entender as palavras.
O apóstolo Paulo escreveu também:
“Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida.” (1 Coríntios 14:18-19)
Ou seja, Paulo diz que:
- Na igreja o dom de línguas não tem utilidade
- Na igreja ele prefere se abster de falar em línguas estranhas
- Na igreja ele prioriza a edificação coletiva portanto só fala no idioma que é entendido por todos
Assim como Paulo eu também pude experimentar a realidade de falar mais línguas do que todos os amigos crentes que eu já conheci. E por causa desse fato e da minha experiência eu pude conhecer o que é genuíno e presenciar várias vezes coisas esquisitas acontecendo em função da desinformação.
Ao meu ver em relação ao dom de línguas muitos enganos são disseminados pelos pastores, seja de forma consciente ou inconsciente. Por exemplo, muitos deles acabam enfatizando que:
- O dom de línguas é um sinal do batismo com o Espírito Santo
- Todos os crentes podem receber
- É o dom do Espírito mais importante
Ao ler o capítulo 12 do livro de 1 Coríntios você consegue desmistificar facilmente todas essas mentiras porém na prática muitos crentes não conseguem entender pois são conduzidos de forma errada por seus líderes, que as vezes até se exaltam em cima do púlpito falando em línguas estranhas como se fosse sinal de poder e autoridade.
Então eles conseguem dominar e ludibriar facilmente pessoas que são impressionáveis. Isso pode provocar também muitos problemas, angústias e sofrimentos para quem não tem tanta informação.
Eu já vi pessoas desesperadas porque nunca receberam o dom de línguas. Muitas se sentem esquecidas por Deus, desqualificadas, inferiorizadas, sob pressão ou até mesmo perdidas sem salvação.
Eu já vi também pessoas dizendo que foram ensinadas a falar determinadas palavras por seus líderes. Tem lugares que fazem cursos ensinando a falar em línguas estranhas e tem pessoas que copiam as línguas que são faladas por outros.
Além disso eu já vi também pessoas relatando que não sabiam se as línguas estranhas que elas falavam eram genuínas ou eram invenções de sua própria imaginação.
Conheci pessoas maravilhosas que serviam a Deus com toda dedicação e ficaram muitos e muitos anos orando pelo dom de línguas mas nunca receberam e nem receberiam pois não foram vocacionadas para este propósito.
Conheci também pessoas que receberam o dom de línguas depois de muita espera.
Além disso conheci também pessoas inconstantes e descompromissadas que receberam o dom de línguas de forma imediata quando entregaram a sua vida pra Deus.
Entenda isso: Muitos crentes vão receber sim o dom de línguas enquanto muitos outros não vão mas isso só tem a ver com a repartição dos dons conforme o Espírito dá e não tem a ver com o critério que as vezes podemos imaginar.
O dom de línguas não é sinal da preferência de Deus ou não, sobre aquele que recebe, e também não é um sinal do batismo com o Espírito Santo.
Veja:
“Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema! E ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo.” (1 Coríntios 12:3)
Ou seja, o que confessa a Cristo como o seu Senhor só pode fazer isso pelo Espírito Santo. Todo aquele que confessa a Cristo é de Deus e é habitado pelo Espírito de Deus.
Nem todas as pessoas vão ter experiências transcendentais, visões, dom de curar, dom de falar em línguas, dom de profetizar e etc.
O que precisa ficar claro é que o dom de línguas sequer é um dos mais importantes dons do Espírito. Pelo contrário. Ele é um dom individualista e por isso está lá no final do ranking. Veja:
“Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.” (1 Coríntios 12:27-28)
Então por causa da bagunça que o cenário religioso cristão se tornou as línguas estranhas que vemos por aí podem ser: reais e genuínas ou inventadas, imitadas, emuladas e enganos de demônios.
Os dons de línguas e todos os outros dons do Espírito não cessaram há dois mil anos como muitos teólogos “especialistas” no estudo das escrituras dizem.
- Primeiro porque não há nada no novo testamento que confirme essa informação.
- Segundo porque eu falo da minha experiência própria e não posso negar tudo que eu vivi e o que eu vivo.
- Terceiro porque o dom de línguas não pode ser recebido como um diploma que você tira após fazer um seminário e nem por conta da imersão em uma variedade de estudos teológicos. Nem por conta do tempo na fé, da hierarquia eclesiástica, da função ministerial e da sapiência acadêmica. Imagina você ter que ler 500 páginas de um livro pra expulsar um demônio ou aprender 8 teses da teologia sistemática pra curar um doente! A maioria dos antigos apóstolos de Cristo que foram usados poderosamente por Deus com dons de maravilhas e milagres nem eram professores, nem eram letrados e nem eram pessoas que tinham uma capacidade intelectual super avançada.
- Quarto porque para quem nunca experimentou pode ser muito fácil criar justificativas que negam aquilo que é difícil de aceitar, já que se torna uma realidade muito distante do escopo de seu domínio.
Eu não sou especialista em Deus. Eu apenas relato a minha experiência na fé que é confirmada pelo respaldo das escrituras em tudo que eu aprendi com ele. Mas quanto mais eu aprendo de Deus mais eu sei que nada sei. O agir de Deus me surpreende todos os dias.
Eu realmente não sei nem o que vai acontecer no dia de amanhã, mas a minha mente está sempre aberta para entender que simplesmente existem coisas que eu não conheço enquanto eu as submeto às escrituras e ao caráter de Cristo para valida-las.
Como eu poderia ser determinista em relação ao agir de Deus sendo o que o que eu conheço é tão pouco?
É por isso que eu prefiro falar apenas sobre aquilo que eu conheço.
Existem denominações cristãs que não acreditam que muitos dons do Espírito são vigentes ainda nos dias de hoje e preferem interpretar diferente já que nunca experimentaram aquilo que pode parecer chocante, inusitado e controverso pra muitas pessoas. Não há problema nisso. Eles estão em seu direito e não devem ser importunados.
Eu não escrevi esse texto pra tentar convence-los a nada mas sim para instruir as pessoas que se interessam em viver a plenitude dos dons espirituais ou para aquelas que possam estar confusas em relação a eles.
Quem quiser buscar os dons espirituais apenas viva a fé ensinada por Cristo e seus apóstolos e então desfrute das promessas bíblicas para o seu próprio benefício sem julgar aqueles que não tiveram a mesma disposição de crer como você crê e entender como você entende.
Portanto, para estes, lembre-se de buscar os dons espirituais sobretudo o maior deles que é o amor.
Pra finalizar, como lição de casa eu vou deixar pra você a leitura bíblica dos capítulos 12, 13 e 14 de 1 Coríntios sobre os dons do Espírito.
“E Paulo, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam.” (Atos 19:6)
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